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Interior e Grande SP têm shows de EATNMPTD, Sara Não tem Nome e Wry

O Dia da Música 2017 apoiará nove palcos, com 28 shows gratuitos em cidades da região metropolitana e interior São Paulo.

Começando pela Grande São Paulo: em Santo André, a programação reúne três vertentes do rock independente: o lo-fi de Lvcasu, o new wave dançante do Der Baum e o post-rock do E a terra nunca me pareceu tão distante. Os shows acontecem na tradicional Concha Acústica, um dos pontos mais pulsantes da cidade. No CÉU José Saramago, em Osasco, os shows começam às 13h com o blues de Les Autres Gars, segue com o metal do Guerrilha, a MPB meio caribenha de Voamente, o rock anos 60 e 70 de Ted Marengos, o reggae de Tay Galega e, às 19h, Stanka fecha o palco com muita rima.

Com uma crescente vida cultural, Jundiaí terá três shows no Complexo Fepasa, um dos pontos de encontro de grupos culturais e movimentos sociais da cidade. Com um álbum recém-lançado, Infante é o primeiro a levar seu indie rock ao palco. Depois, Sara não tem nome toca seu folk alternativo e niilista. Para terminar, o duo Versos Que Compomos Na Estrada mostra suas canções brasileiras criadas caprichosamente.

O Vale do Paraíba é representado pelo King Rock Bar, em Jacareí. A noite começa às 22h, com o duo de synthpop S.E.T.I. e segue com o hip hop de pegada funk do PSA.

No rumo oeste, uma das principais casas de shows de rock alternativo do país se junta ao Dia da Música. O Asteroid Bar, em Sorocaba, reúne três bandas locais, abrindo com o grunge do Walkstones, os caçulas da noite. Na sequência, é a vez do garage rock incendiário do The Biggs, com 20 anos de estrada. Por fim, o público pode ver a lenda indie WRY, formada em 1994, com influências do britpop e do shoegaze.

A MPB e o pop-rock dão o tom no Parque Vitória Régia, um dos cartões postais de Bauru, com as apresentações de O Psiconauta, Alexandre Beltramini, Pedro Autz e Rockwell, terminando com as canções intimistas e feministas da cantora Ekena. Em Pereira Barreto, o Capitão Malte Pub vira salão para o baile black do trio Vitrolla 70 e pista para o rock do cantor Zac.

O Instituto Cultural Museu da Cana, em Sertãozinho, tem uma programação que vai do samba ao rap. Ferdi abre o lineup lançando questionamentos existenciais por meio do encontro do rock com a MPB, seguido pelo duo carioca Carta na Manga e seu rap com influências de samba, funk e outros gêneros. O rock romântico sem medo de ser brega do Museu do Esquecimento é a terceira atração da noite, que termina com power trio garage rock/pós-punk/surf Monofuzz.

Circuito não apoiado

No ABC, teremos o palco Jailhouse 2 apresentando o rock clássico cheio de riffs grandiosos da Vênus Café.

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