Logotipo do Dia da Música

Artistas do DDM2016 indicam o que gostariam de ver no festival

 

Com mais de 300 shows acontecendo em menos de 24 horas, o Dia da Música pode ser um desafio para os indecisos na hora de escolher o que assistir. Para ajudar, pedimos aos artistas escalados para os palcos do Conselho Curador em São Paulo e Rio algumas indicações do que eles gostariam de ver, se pudessem estar em qualquer cidade. Confira o que eles recomendam dentro da programação do DDM2016.

Primeiro conversamos com as atrações do Largo da Batata, em São Paulo.

Quem viajaria para longe, se desse tempo, é Lucas Santtana. O músico, que se apresenta às 21h15, conta que gostaria de ir a Belém para ver qualquer banda ou artista que calhasse de ver. “Adoro a cidade e as pessoas de lá”. Já o Sul seria o destino do grupo gaúcho Cuscubayo. Da programação da região, eles indicam as apresentações de Ian Ramil e da banda Supervão, que acontecem na Casa Frasca.

Rafael Acerbi, do grupo As Bahias e a Cozinha Mineira, pretende ficar perto do Largo da Batata. Ele conta que quer ver a apresentação de Lineker, que acontece no Centro Cultural Rio Verde. “Ainda não tivemos a oportunidade de assistir seu show”, diz.

Toinho Melodia considera estar cercado de boas atrações e gostaria de ser espectador no próprio Palco do Conselho. “Um show que me interessa bastante é o que vai acontecer logo depois do meu, da Alessandra Leão, minha conterrânea que tem um trabalho autoral que trabalha com a linguagem musical do nosso estado. Também quero prestigiar o show do Caixa Cubo, essa molecada que vem com um trabalho autoral instrumental de primeira”, recomenda. Já Toinho é o show que Dada Yute não quer perder, além de Thiago Elniño. “Não conheci Adoniran Barbosa, mas posso conhecer Toinho Melodia!”, brinca.

Thiago Elniño também está de olho nos artistas com quem divide o palco. Ele se declara fã de Lucas Santtana e está curioso para ver de perto a banda As Bahias e a Cozinha Mineira. “A discussão de gênero que eles trazem é algo muito importante e fica tudo mais lindo ainda quando quem está ocupando o espaço de fala são pessoas que fazem um som incrível como o que elas fazem”, diz Thiago. Além disso, se pudesse estar no Rio, gostaria de ver o show do Opanijé: “eles têm um trabalho que dialoga muito com o meu, já que também fazem rap com elementos de religiões de matrizes africanas, e eu sou curioso para ver os irmãos ao vivo.”

Alessandra Leão prefere se aventurar no desconhecido. “Uma das coisas mais interessantes em eventos como esse é descobrir o novo, aquele artista que você não conhecia, aquela banda que você nem sabia que existia”, diz. “Aproveite o dia pra ‘se jogar’ no abismo”.

Os artistas que se apresentam no Palco do Conselho no Rio de Janeiro também sonham com a flexibilização das leis da física para poder estar em dois lugares ao mesmo tempo.

A dupla Bilhão, por exemplo, queria, além do Rio, dar uma passada rápida por Pernambuco. “Dá vontade de ir pro Capibar, assistir um show na beira do rio Capibaribe, lá em Recife. Depois ir pro Rio ver o show da Mahmundi e passar na Lapa para ver o Letuce no Teatro Odisséia.”

O pessoal da banda Ventre precisaria de um teletransporte para dar conta de todos os shows de sua lista de desejos. “Se pudéssemos, assistiríamos aos amigos da E A Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante e da Sara Não Tem Nome no Autêntica, em Belo Horizonte; o Alaídenegão, em Manaus; o Gorduratrans, em São Paulo”. De certo, devem acabar vendo o show do Posada e o Clã, no Leão Etíope do Méier.

Mas a lista mais longa é, sem dúvida, de Duda Brack. Além de Ventre e Mahmundi, ela sugere os shows de Posada e o Clã e Zé Vito, no Leão Etíope do Meyer, Letuce, no Teatro Odisséia, Beach Combers, no Saloon 79. Em São Paulo, sua lista inclui Luiza Lian, Mustache e os Apaches e Juliano Gauche, além das atrações do Palco do Conselho. Em BH, ela iria à Autêntica ver E A Terra Nunca me Pareceu Tão Distante, Guizado e Sara Não Tem Nome. “Seria lindão também ver Ian Ramil em Porto Alegre, André Prando em Vitória, Estrela Leminski e Teo Ruiz em Curitiba”, empolga-se.                                                               

Mais econômico, Opanijé recomenda o show da banda Combo X, novo projeto do ex-percussionista da Nação Zumbi, Gilmar Bolla 8, que se apresenta na Roda Cultural, em Recife.

Por outro lado, Thiago DiDeus, do grupo Maracutaia, comemora a força da cena carioca e diz que seu desejo é ficar por lá mesmo. “Gostaríamos muito de poder assistir ao show da Banda Relógio de Dalí, no Palco do Leão Etíope do Méier, e do Mohandas, na Pedra do Leme". E para quem não quer sair da Praça Luis de Camões, Antonio Guerra recomenda o show de Itiberê Zwarg, que abre o palco do Conselho às 13h – “um grande mestre que faz um trabalho maravilhoso e generoso ao passar sua música com tanto capricho” – e a cantora Mahmundi indica Bilhão e Ventre.

×

Baixe o aplicativo do DDM

Com o aplicativo do evento fica mais fácil de acompanhar os shows próximos a você.

Dúvidas/FAQ