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Sensorial Discos no DDM

Sensorial Discos no DDM

A Sensorial Discos é uma cafeteria/bar que tem uma (ótimo) loja de discos e, como se não bastasse, ainda realiza shows durante as noites. O local, que fica em São Paulo, foi um dos palcos no Dia da Música 2015 - premiado pelo público como entre os melhores - e vai receber o DDM de novo este ano. Confira o papo com Wilson Farina, que trabalha no local:

 

Como conheceu o projeto?

Através do Facebook, achamos que era um projeto muito legal e que a Sensorial deveria fazer parte, já que estamos no meio dessa cena de música autoral.

 

Como foi participar do Dia da Música?

Foi muito bom, recebemos suporte da organização, cartazes, além da divulgação expressiva. O dia do evento aqui foi de casa cheia, ótimos shows e um clima excelente! Parecia algo diferente, um dia especial, que estávamos fazendo parte de algo maior, que a cidade toda estava fervendo, foi demais! E ainda fomos um dos vencedores da votação do público! Para esse ano pretendemos repetir tudo isso, e tentar uma integração maior com outras casas dessa cena, pois todos saem ganhando.

 

O que achou mais bacana?

Para a casa, o grande lance foi a sensação de fazer parte de um evento maior, que movimentou a cidade. Como público, fui a alguns shows além dos que fizemos aqui, e, principalmente, o domingo na Paulista tinha um clima incrível, com palcos pequenos em praças e ruas fechadas, pessoas circulando e se divertindo, vibrações positivas por todo lado, foi um dia marcante.

 

Qual foi a repercussão com público e bandas?

Para o público acho que a divulgação do nome da Sensorial no meio de um evento tão grande foi ótima, mais gente passou a nos conhecer. Entre as bandas também, elas sabem que a gente abre espaço para música autoral e nos procuram querendo tocar aqui. Depois do Dia da Música isso só aumentou.

 

Como você vê o Dia da Música no cenário nacional?

Vejo como algo sensacional. Eu, pessoalmente, acredito na música de várias formas. Não só como arte e cultura, mas como terapia, como ato político, como agregador social. Naquele dia eu me diverti, pensei na vida, conheci pessoas e artistas novos, e tudo isso é fundamental para o cotidiano, para a gente viver melhor. Mas claro, entendo que existe a questão mais prática, da música como negócio. E um evento como esse mostra ainda mais importância nesse sentido, ao deixar claro quanta gente está produzindo música, trabalhando com música, e como há público interessado nisso. Com mais divulgação em grandes mídias e mais incentivo para as pessoas saírem da mesmice de procurarem sempre os mesmos nomes, esse mercado poderia crescer e sempre se renovar.

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