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Leonardo Nascimento Blues Band

Blues

Nova Iguaçu, RJ

Aceita tocar no país

Integrantes

  • Blanvi Barbosa - Baixo
  • Rafael Souza - Teclado
  • Gabriel Carvalho - Bateria
  • Leonardo Nascimento - Guitarra

Onde já tocou

Dia da Música 2017- Guerrafest Cabo Frio-RJ
Terra Média Pub- Belford Roxo/RJ
Crazy Rock Festival- Comendador Soares-RJ
Nova Iguaçu-RJ
Itaguaí-RJ
Belmiro Braga-MG

Site do artista

Biografia

Em conversas e/ou leituras sobre temas como “a importância da música em nossas vidas”, muitos músicos decretam que não foram eles que escolheram a música, mas, esta que os escolheu. Em meu caso, isso aconteceu através do Blues. Foi através dele que se deu esta escolha. Cresci em uma família muito musical. Através dela conheci estilos, instrumentos, artistas, conjuntos musicais, etc. No ambiente familiar, conheci artistas e/ou conjuntos musicais tais como: Beatles, Tom Jobim, Almir Guineto, Cartola, Led Zeppelin, além de compositores da música de concerto, como Beethoven, entre outros. Mesmo sem saber, meus ouvidos constantemente eram submetidos à audição de estilos musicais como o choro, rock, música erudita, samba, etc. Talvez, essa tradição realmente seja familiar.
Mesmo com pouca idade, me fascinava um quadro antigo com uma foto de meu avô paterno (na época falecido) com um violão sobre as pernas e fazendo um “si menor” (é claro que só fui descobrir o que era e que era um “si menor” anos mais tarde). Mas, mesmo com o ambiente musical que minha família me proporcionou, ainda não sentia o “chamado” da música. Convivia com ela, podia “vê-la”, senti-la, mas, não tinha, ainda, um interesse mais sério por ela. Na igreja, que foi outro importante ambiente musical para mim, não sentia este despertar para a música. Via os mais velhos tocando instrumentos musicais, ouvia os hinos e/ou canções, mas, nada que, ainda, chamasse a minha atenção de maneira mais profunda.
Meus pais, que possuem um casal de filhos, sendo eu o mais velho, faziam como a grande maioria dos pais, até hoje: proteção, cuidados e atenção voltados mais para as meninas. Isto, também, pode-se dizer que é uma tradição familiar. Sendo assim, minha irmã era mais protegida e, como consequência, demorou mais tempo para alcançar autonomia. Comigo aconteceu bem diferente. Meus pais também cuidavam, protegiam e me davam atenção, mas, talvez por ser menino, tive maior liberdade. E isto se dava em muitos casos, como, por exemplo, eu era o único que, lá pelos 11 anos de idade, ia e vinha sozinho da igreja, que distava uns três quilômetros de nossa casa.
Em uma noite de domingo, entre os anos de 1993 ou 1994, ao término do culto, voltei sozinho da igreja e cheguei em casa antes dos meus pais e irmã. Estando sozinho em casa, minha primeira atitude foi ligar a televisão e procurar algo interessante para assistir, ao que encontrei em um canal uma banda tocando em um local parecido com um bar ou um pequeno clube. Aquela música me chamou atenção. Não deixava de reparar no som que saia daquela guitarra, na performance. Acompanhei o programa inteiro, mesmo não sabendo o nome da banda ou os nomes dos músicos (se foi mencionado, eu não percebi), talvez pela dificuldade de compreender o idioma inglês, à época. Este programa foi ao ar por mais três domingos. E eu acompanhei todos. Sempre saindo rápido da igreja para não perder sequer um acorde – e eu nem sabia, até então, que existia esta palavra. Pronto! Ali se deu o “chamado”! A partir daquele momento, minha mente e coração foram inundados pelo som. Depois do primeiro domingo sem o tal programa, eu ficava procurando pelos demais canais de televisão, independente do dia ou horário, para ver se encontrava aquele cara branco com sua guitarra mágica de novo, para ver se conseguia contato com aquele som encantador novamente.
Anos mais tarde, já estudando música, que foi uma de minhas primeiras atitudes depois daquele encontro, meu professor de guitarra me disse que traria na aula seguinte “algumas coisas para eu ver e ouvir em casa” e que muito contribuiria em minha formação. Dentre os vídeos que ele me presenteou em uma fita VHS, lá estava aquele som arrasador! Pronto! Reencontrei o que eu procurava mesmo sem saber onde. Muitas foram as perguntas feitas para o meu professor sobre aquela banda e seu guitarrista/cantor. Quem eram eles? Que música é essa? De onde isso vem? Uma sábia resposta bastou: este é Stevie Ray Vaughan, com sua banda Double Trouble. Eles tocam Blues!

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Playlist do artista

Hideaway

Hoochie Cookie Man

Love(a song for my son)

Outras músicas: When i hear you call my name, Parisiense Walkways, I have, Show me the way, I´m so sad, When the saints go marching in, Glory,glory

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