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Daniela Nascimento

MPB, Samba, Rock

Manaus, AM

Aceita tocar no país

Integrantes

  • Daniela Nascimento - Vocal
  • Alexandre Águila - Percussão
  • Alef Igor - Baixo
  • Adalberto Holanda - Mais de um instrumento

Onde já tocou

2017 - Dia da Musica (Recife-PE)
2014/ 2015/ 2017/ 2018 - FECANI (Itacoatiara-AM)
2013 - VIII Bienal da UNE - (Olinda-PE)
2012/ 2013/ 2014/ 2015/ 2017/ 2018 - Festival Amazonas de Música
Arena da Amazônia
Armazém MotoRock Manaus
Bar do Cabelo
Bodega da Vila
Boteco do Calçada
Boteco Itaúba
Cent Beer
Centro Cultural Arte & Fato
Centro Cultural Povos da Amazônia
Cervejaria Rio Negro
Cirandeira Bela Amazon Cabins
Clube ASSINPA
O Chefão Steak & Pub
Espetinho & Chopp Ponta Negra
Fino da Bossa
FUA - Feira Urbana de Alternativas
Galeria +
Jack'N Blues Snooker Pub
Largo de São Sebastião
Maraibi Frutos dos Mar
Mercado 153
Palacete Provincial
Pollar Chopp
Porão do Alemão
Red Dog Pub
Shopping UAI São José
Shopping Manaus Via Norte
Shopping Amazonas
Sumaúma Park Shopping
Shopping Cidade Leste
Shopping Ponta Negra
Teatro Amazonas
Toreador Steak & House

Site do artista

Biografia

Daniela Nascimento é manauara, filha de músico e costureira, e adotou a arte música por influência do pai, com quem morou até os 14 anos, período suficiente para que, desde pequena, pudesse absorver as primeiras noções desse segmento. Passou a adolescência com sua mãe, que, por ser evangélica, também a incentivava a aperfeiçoar seus conhecimentos, o que foi possível por ter integrado os grupos de música das igrejas evangélicas que frequentou. Em meados de 2003, deixou a prática da religião em busca de novos horizontes - o que a oportunizou conhecer mais a respeito do mundo da música - sendo que passou a compor suas primeiras obras, ao mesmo tempo em que estudava sobre a diversidade musical, mesmo que de forma autodidata. Sua primeira oportunidade de pisar em um palco se deu no mesmo ano, com sua participação no Festival de Calouros do SESC/AM, festival que, à época, era coordenado pelo produtor cultural Kid Mahall, sendo essa experiência a que lhe ofereceu o conhecimentos iniciais a respeito do mundo dos grandes festivais, tornando a se repetir no ano seguinte. Após isso, viu no "hobbie" de cantar em videokês a oportunidade de enriquecer seu repertório, e em 2010, na breve passagem pela banda amazonense de Rock Alternativo por nome "Reginna's", o desafio de pôr em prática a flexibilidade musical que estava adquirindo.
Em setembro de 2011, recebeu o convite do arranjador amazonense Adalberto Holanda (integrante do grupo Raízes Caboclas) para defender a música "E, se...?", que este compôs em parceria com a escritora Regina Melo, pelo II Festival Amazonas de Música, canção que, mesmo não tendo sido finalista, arrancou muitos aplausos da plateia que lotava o Teatro Amazonas naquela noite, haja vista da problemática que a canção trata, o que lhe abriu as portas para o desenrolar do sonho de levar a boa música a todos os públicos. Desde então, passou a dar sequência aos seus primeiros passos profissionais com apresentações basicamente em voz e violão, explorando um repertório composto por grandes nomes da Música Popular Brasileira, como Cartola, Chico Buarque, Zé Ramalho, Elis Regina, Maria Rita, Alceu Valença, dentre outros, e, também, apresentando canções de artistas do seu Estado, dentre as quais as de Antônio Pereira, Eliana Printes, Cileno, Ketlen Nascimento, Lívia Mendes e Felicidade Suzy, bem como fazendo participações em shows de alguns destes. No fim desse ano, fez uma breve participação na banda amazonense "Moinhos de Vento", mas logo retomou seus próprios shows cantando em bares, espaços culturais, eventos particulares e beneficentes, rádios e programas de TV locais a fim de divulgar seu trabalho solo - que passou a incluir músicas autorais -, empreitada essa que em agosto de 2012 fez um ano e que foi comemorada com sua segunda participação em uma edição do Festival Amazonas de Música, a terceira, dessa vez interpretando "Sonhos em Palhas", que compôs em parceria com o músico Jean Suwa. Tal apresentação fez de "Sonhos em Palhas" vencedora do título de Melhor Letra do referido festival, em sua Mostra Competitiva. Em janeiro de 2013, com apoio da Secretaria de Estado da Cultura do Amazonas (SEC), da Faculdade Salesiana Dom Bosco e do amigo cirurgião-dentista, Wagner Vicentte, viajou para Pernambuco e, assim, teve a oportunidade de representar a Região Norte na Mostra de Música da 8ª Bienal da UNE (União Nacional dos Estudantes), que aconteceu nas cidade de Olinda, em um show cuja principal apresentação foi a da premiada canção e em que a musicalidade amazonense e a receptividade nordestina se fizeram fortemente presentes e parceiras. Em setembro do mesmo ano, juntamente de também cantora e compositora Lívia Mendes, compôs "Alarme", a defendendo na quarta edição do Festival Amazonas de Música, no bumbódromo de Parintins/AM, tendo sido escolhida como uma das canções finalistas daquela competição. Em 2014, voltou a se apresentar pelo referido festival, dessa vez em sua quinta edição, abrindo os trabalhos com a interpretação de "Cinzas de Carnaval", do cantor e compositor Miguel Faria, em apresentação que não ficou dentre as finalistas, mas que marcou aquela primeira noite de apresentações dentro do magnífico Teatro Amazonas. No mesmo período, realizou o sonho de cantar, pela primeira vez, no Festival da Canção de Itacoatiara (FECANI), interpretando "Bicho-Homem", de autoria de Rai Makneh e Iran Maquiné, experiência que se repetiu em 2015 na edição de número 31 desse festival de nível internacional, quando abriu a noite interpretando a canção "A mesma dor", dos compositores paraenses Marcelo Sirotheau e Leandro Dias. Iniciou os trabalhos de 2016 com participação significativa no projeto "Palco Via Norte", promovido pelo Shopping Manaus Via Norte. Em julho do mesmo ano, participou da iniciativa nacional chamada "Virada Sustentável", integrando a programação musical de sua edição em Manaus e apresentando seu repertório ao público do Sumaúma Park Shopping. Em outubro de 2016, voltou ao palco do Teatro Amazonas compondo o elenco do musical "Além da Música", interpretando as cantoras Nara Leão e Janis Joplin. O referido espetáculo foi dirigido por Lívia Mendes e produzido por Wanessa Leal, e foi sucesso de público e de crítica. Encerrou as atividades do ano compondo a programação musical do projeto "Leste Cultural", promovido pela JC Produções em parceria com o Shopping Cidade Leste.
Nos primeiros dias de 2017, pôs em prática as primeiras atividades de um projeto antigo por nome "The Kobe Rock Band", que passou a ser um de seus trabalhos paralelos. Em junho desse ano, juntamente com os músicos Rafael Alma e Alexandre Águila, tornou a viajar para Pernambuco, dessa vez para se apresentar em Recife, representando o Amazonas na terceira edição do Dia da Música, evento nacional de difusão da produção autoral brasileira. Tal apresentação, em formato acústico, também foi viabilizada pela Secretaria de Estado da Cultura do Amazonas (SEC) e com a ajuda de amigos. Após esse evento, criou um projeto paralelo, dessa vez em parceria com os músicos que lhes acompanharam nessa viagem, e que foi batizado por Alexandre Águila (percussionista) como "Grupo Encontro das Águas", com a visão de exaltar a produção musical amazonense com um repertório focado nas obras de compositores da região. Em setembro, participou do 32° Festival da Canção de Itacoatiara (FECANI) com a canção "Me diz então", do paulista Kaká Silva, e da sexta edição do Festival Amazonas de Música defendendo "Serena", de autoria do ator, cantor e compositor amazonense Begê Muniz. Em novembro de 2017, integrou a segunda edição do espetáculo "Além da Música", que dessa vez homenageou o centenário de Abelardo Barbosa, o Chacrinha. Na ocasião, voltou a interpretar a Janis Joplin e estreou a personagem Celly Campelo, duas fortes representantes do Rock, cada qual em sua vertente. No mesmo mês, fundou o movimento "Música em Manaus", tendo como alguns de seus objetivos colaborar na divulgação da produção musical manauara e promover diálogos que visassem o bem comum da categoria, na capital e no Estado.
Para iniciar os trabalhos de 2018, deu continuidade às apresentações em voz e violão, mas também passou dar um enfoque ainda maior ao seu projeto de Rock, com sua banda "The Kobe", sendo que esta, em fevereiro, fez a abertura do "Porão Rock Festival Budweiser", evento promovido pelo tradicional "Porão do Alemão". Tal evento deu início à temporada 2018 deste projeto de banda, e obteve boa resposta do público presente. Em março, voltou ao palco do Teatro Amazonas fazendo participação especial no show "60 anos de Bossa Nova", idealizado e produzido pelo cantor amazonense Manoel Passos. Na ocasião, apresentou as canções "Eu sei que vou te amar" e "Tarde em Itapuã", grandes clássicos desse grande movimento musical. Em junho do mesmo ano, lançou mais dois projetos musicais: o infantil "Amazônia pra criança ver", com o ideal de incentivar a preservação do Meio Ambiente e seus recursos naturais e o "Baião de Duas", com enfoque na exaltação da música nordestina.
A cantora continua em atividade, fazendo shows e trabalhando em projetos paralelos que incluem a parceria com outros cantores e compositores.

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Shows

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Playlist do artista

ALARME

CABOCLO DE BARRO

BICHO-HOMEM

CINZAS DE CARNAVAL

NÃO MATE A MATA

ÁGUA PRETA

SONHOS EM PALHAS

Outras músicas: INCONSTANTE, MINHA AMAZÔNIA , O AMOR ESTÁ NO AR

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